segunda-feira, julho 02, 2007

tédio.ócio

Depois de uma tarde sem qualquer resistência para levantar da cama, absorta em meus pensamentos malucos e algumas futilidades, eu me pergunto: quando é que farei alguma coisa que seja realmente útil?

*

crises existenciais pós-tpm. Eu acho que isso passa, né?!

domingo, julho 01, 2007

notícia boa

O No mínimo infelizmente encerrou suas atividades hoje, mas Ricardo Calil, colunista de cinema, de um dos sites mais bacanas que já existiram, manterá sua coluna em um novo endereço. Quem já lia o Olha Só, quem tem vontade ler, quem lia pouco, mas gostava, entrem, a partir de amanhã, no Ricardo Calil.

Muitos dos ex-colunistas do No mínimo fizeram a mesma coisa. No site do Calil, vocês encontram o link para alguns deles.

eba! eba!

"a culpa é minha"...

... "não, a culpa é sua".

Não, a culpa é dos dois.

*

eu preciso, urgentemente, voltar às salas de cinema, assistir um bom filme e escrever uma puta de uma resenha sobre ele. ou então, acho que esse blog vai acabar e eu não quero isso.





sábado, junho 23, 2007

Piratas do Caribe - No fim do mundo


Jack Sparrow ainda continua sendo a única coisa que realmente presta em Piratas do Caribe.


terça-feira, maio 01, 2007

300 - Tudo não passa de um simulacro

Sem muito ânimo de escrever por aqui (meu trabalho de contar histórias que, por sinal, eu venho adorando tem me tirado tempo de freqüentar as salas de cinema), mas na tentativa de cumprir a obrigação de atualizar esse blog que anda meu chulé, deixo uma simples pergunta reflexiva sobre o BLOCKBUSTER - sim, com todas as letras maiscúlas e em todos os sentidos que o termo abrigar - 300 (de esparta).

De que adianta tanto recurso técnico, gráfico, digital e tantos outras blá blá blás usados de forma a obter a perfeição, se o resultado final é uma obra (se é que esta recriação pode ser chamada assim) vazia, desprovida de qualquer tipo de conteúdo? Em 300, todos os recursos digitais utilizados para recriar fielmente a graphic novel de Frank Miller não tem uma outra função se não aquela de servir de objeto puramente contemplativo. Nada ali tem o papel de significar algo. É a estética pela estética. Vazio.

PS: Quanto ao caráter ideológico, o meu medo é que o número de espectadores que 300 conseguiu abarcar se sensibilize com a idéia de que para ser forte e ter poder é preciso que os mais fracos (alguém se lembra das recomendações iniciais de como é construída uma sociedade que utiliza a "bravura" como mote ideológico central) ou o diferente (os persas - recriados de forma cliché a partir do figurino alegórico de Rodrigo Santoro que interpreta o deus-imperador Xerxes) sejam eliminados. Se houve uma discussão em torno das figuras de Xerxes e do espartano Leônidas, eu fico com aqueles que compararam a postura de Esparta com a dos Estados Unidos. Eu escrevi mais do que eu pensei que fosse escrever. Talvez o título do post já servisse de análise a provocar uma reflexão.


em busca da completude. as coisas, ultimamente, vem até a mim, assim: pela metade. eu não sei qual parte escolher. será que é impossível ficar com as duas?

domingo, abril 01, 2007

Notas sobre um escândalo

Enfim, estreou nas salas de cinema de Belo Horizonte, o filme Notas sobre um escândalo, com as indicadas ao Oscar deste ano, Cate Blanchett e Judi Dench.
O filme conta a história de Barbara Covett, uma professora solitária e dominadora, que controla com mão de ferro os alunos de uma decadente escola pública de Londres.
Ela vive apenas com seu gato, Portia, não tendo amigos nem parentes. Sua vida muda quando a escola em que trabalha contrata Sheba Hart como a nova professora de artes. Sheba parece ser a amiga que Barbara sempre desejou, atenciosa e leal. Porém, quando Sheba passa a se envolver com Steven Connolly, um de seus alunos mais jovens, esta amizade torna-se perigosa, pois Barbara ameaça revelar este para o marido dela, Richard, e para todos à sua volta.

Confirem o trailler abaixo. E prestem atenção na atmosfera de tensão e suspense que ele é capaz de provocar.



"Notas sobre um escândalo" está em cartaz no Usiminas Belas-Artes às 14:30h, 16:15h, 19:10h e 21:10h e no Usina Unibanco de Cinema às 15:30h, 17:30h, 19:30h e 21:30h.


Felco - Festival Latino Americano da Classe Obrera

Teve início na última sexta-feira, dia 30 de março, a edição nacional do "Festival Latino Americano da Classe Obrera", ou Felco.
A primeira edição do Felco aconteceu em 2004, na Argentina, quando um grupo de estudantes e militantes do Partido Obrero, chamado Ojo Obrero, fundou o festival. Aqui no Brasil, o festival fica em cartaz no Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes até o dia 05 de abril, quinta-feira. Além dos filmes, o evento inclui debates. Tudo com entrada gratuita.
O Felco tem como objetivo promover um debate sobre a produção audiovisual da América Latina. Os filmes trazem em seus enredos questões sociais latinas, com
lutas e a realidade da classe trabalhadora através de seus oprimidos, sejam eles índios, negros, mulheres, homossexuais, desempregados, estudantes, etc.
Hoje, serão exibidos os filmes Cordel "TV Digital" e "O espetáculo democrático" dentro da "Mostra Mídia", às 17h. Logo em seguida, às 19h é a vez de "Dia de Festa" e finalizando a programação do dia, às 21:30h, será exibidos curtas do "Grupo Alavio"
. Os curtas abordam temas sobre o trabalho, contra o congelamento de salários, ensaios fotográficos, exemplos do controle dos meios de produção pelo trabalhador e reivindicações dos direitos da mulher.
A programação completa e a sinopse dos filmes você pode conferir no site do Palácio das Artes. As sessões ocorrem sempre às 17h, 19h e 21:30h. Os dabates serão nos dias 31 (já passou), 3 e 5 de abril após as sessões das 19h.
Para saber mais sobre o Felco é só clicar no título do post.

Deverei dar uma passada por lá hoje. Se eu for conto como foi.

 
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